O ano de 2025 promete ser repleto de desafios para os donos de postos de combustíveis no Brasil. Com o dólar em alta e o preço do petróleo subindo, o impacto nos custos dos combustíveis pode ser ainda mais significativo. A defasagem entre os preços internos e externos é de 16% no diesel e 12% na gasolina, o que coloca pressão sobre a Petrobras para reajustar os valores. A dependência das importações de diesel torna o mercado ainda mais vulnerável às flutuações cambiais e ao cenário ecológico
Além disso, a política de preços da Petrobras, que evitou grandes reajustes em 2024, pode ser revista em 2025, o que deixaria os postos de combustíveis em uma situação de adaptação constante, com margens de lucro cada vez mais estreitas. Com um mercado volátil e incertezas sobre o futuro da política de preços do estatal, é fundamental que os donos de postos adotem um planejamento estratégico robusto. A atenção ao câmbio, às decisões da Petrobras e ao mercado internacional será crucial para garantir a competitividade no setor. O ano de 2025 exige uma gestão eficiente e flexível para lidar com a imprevisibilidade dos preços, evitando prejuízos e garantindo o sustento
Esse cenário também exige uma maior capacitação e atualização dos profissionais do setor, para que possam tomar decisões informadas em momentos de crise. A adaptação à volatilidade e a adoção de estratégias de negociação serão diferenciais importantes para as posições de combustíveis que pretendem a permanência competitiva num mercado tão desafiador. A situação é uma chamada para agir com agilidade e visão estratégica para não apenas sobreviver, mas prosperar em meio a um ambiente econômico assustador.
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